segunda-feira, 23 de junho de 2008

Mudar o nome da ASSUFRGS

Paz e bem!

Por motivos familiares
não poderei participar
como gostaria do CONASSUFRGS,
assim exporei por qaui minha proposta.

1 A ASSUFRGS em sua existência já passou por diversas etapas:

1.1 Já fomos Associação Beneficente dos Servidores da UFRGS (ABSUFRGS).

1.2 Na década de 1980 mudamos o nome para o atual ASSUFRGS.

1.3 Depois mudamos o estatuto para que os servidores da FFFCMPA
("Católica" de Medicina), hoje UFCSPA,
também pudessem se associar.

1.4 Agora somos um sindicato.

2 O sindicato:

2.1 Ninguém vai negar que na UFRGS
estão lotados a grande maioria
da base de nosso sindicato.

2.2 Porém o nome do sindicato
deve expressar a totalidade da categoria
e não privilegiar uma parte de nossa base,
por maior que seja esta parte.

3 O nome

3.1 Proponho que o CONASSUFRGS
designe uma comissão
para propor um novo nome
que reflita a realidade atual de nossa entidade.

3.2 Esta comissão terá um mês
para apresentar um sugestão
ou algumas sugestões.

3.3 Daqui um mês,
em Assembleia Geral
aprovamos um novo nome
para nosso sindicato.

3.4 Alguns argumentam que ASSUFRGS
já é um nome consolidada,
mas ABSUFRGS também já foi um nome consolidado
e mudamos o nome.

3.5 Minha sugestão de nome:
Sindicato dos
Trabalhadores
Técnico-Administrativos no
Ensino Federal de
Porto Alegre e Região
SiTTAEFePAR
3.5.1 Desde já tenho consciência que
esta proposta pode e deve ser melhorada.

3.5.2 Mas tem a vantagem englobar UFRGS, UFCSPA
e se a Escola Técnica de Comércio se emancipar
da UFRGS já estará contemplada.

sábado, 14 de junho de 2008

Sobre o resultado das eleições para Reitor 2008


Paz e bem!

Considerando os questionamentos
que têm circulado pela universidade
quanto ao resultado da consulta:

1 Como sabem apoiei a candidatura da profª Wrana,
minha declaração de apoio pode ser lida nesta URL:
http://trabalhonaufrgs.blogspot.com/2008/06/definindo-o-voto-para-reitor-2008.html

2 Como disse na declaração de apoio
participei de todas as consultas --
das duas primeiras mais proximamente
pois na primeira era diretor do DCE,
Secretário de Representação Discente (RD)
(foi a 1ª vez que houve este cargo);
e na segunda era RD junto ao COCEP (hoje CEPE) --.

3 Que me consta todas as consultas até hoje
utilizaram a formula que deu vitória ao Prof. Alex,
em que considera-se o universo total de eleitores inscritos.
O valor do peso de cada categoria
variou no tempo,
mas esta foi uma constante.

4 Só posso lamentar
que existam dúvidas sobre o resultado
por causa da omissão
de quem devia ter definido as regras.

5 Espero que os ânimos
desta tão disputada eleição
serenem-se logo;
pois esta não foi a última eleição para reitor
e seja lá quem tome posse
na reitoria não ficará para sempre.


sexta-feira, 6 de junho de 2008

Porque voto na Chapa 2 - Alex e Rui

Nós que trabalhamos na UFRGS há muitos anos, que defendemos a Universidade Pública,
Democrática, Gratuita e de Qualidade, que ajudamos a construir o Projeto da FASUBRA -
Universidade Cidadã para os Trabalhadores, que fazemos a ASSUFRGS forte e combativa, que
sempre estamos juntos nas lutas de trabalhadores, coerentes em uma mesma posição, temos
hoje que fazer uma opção histórica: a de garantir uma UFRGS pública, exemplo de possibilidades e de qualidade.

Minha opção pela candidatura Alex e Rui é por suas histórias e pelos Compromissos
verdadeiros:
- de construção coletiva, porque democracia não é discurso, é prática; a administração atual possibilitou que tomássemos decisões; com Alex e Rui a garantia é de aprofundamento
desta política;
- de defesa efetiva da UFRGS como agente social, de inclusão dos excluídos, seja pelas
cotas às minorias como pelo aumento de vagas e criação de cursos noturnos para os
trabalhadores;
- de democratizar e qualificar os processos acadêmicos no ensino da graduação, no
desenvolvimento da Pesquisa e nas relações com a sociedade pela extensão universitária;
- de investimentos em segmentos e funções estratégicas, principalmente na infra-estrutura
e nas questões ambientais da UFRGS, de forma a resolver seus passivos históricos que as
administrações anteriores não atenderam;
- de enfrentar as fragilidades de nossas relações de trabalho a partir de uma Pró-Reitoria de Recursos Humanos voltada para as questões da vida: saúde, capacitação e qualificação, segurança e carreira;
- de respeito às idéias e valores dos professores, técnicos-administrativos e estudantes,
garantindo que o poder e as decisões sejam construídas coletivamente.

Minha responsabilidade como militante por um Estado justo e uma sociedade fraterna me
movem a manifestar meu engajamento a esta proposta de construção. Assim, convido como
companheiro de vida na UFRGS, a também aderir a este projeto ousado e provocador de
construirmos a Universidade Que Queremos.

Dia 12 de junho, quinta-feira, vamos votar na CHAPA 2, vamos com Alex e Rui à vitória.

Rui Muniz

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Pagamento com alterações salariais sai em julho

O reitor José Carlos Hennemann recebeu ontem, dia 3, mensagem encaminhada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão a todos os órgãos do sistema federal. Na nota, o Ministério comunica que iniciou os procedimentos operacionais para implementação das alterações salariais relativas à MP 431, para todos os órgãos do Executivo Federal, a serem efetivadas na folha de pagamento do mês de junho, que será creditada no início de julho deste ano.

Extraído de http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/noticias.asp?id=4974 acesso em 04 jun. 2008

Voto Aberto

Não participei tanto quando você Eugênio nas campanhas, mas tive minhas decepções com alguns candidatos. Como todo político eles prometem juram e quando estão no topo do Castelo esquecem que os colocou lá. Mesmo Assim temos que participar desse momento que universidade passa dessa forma abro meu voto para Prof. Carlos Alexandre Netto.

PS: Acho que quem já esteve no Topo e não teve HUMILDADE e a EDUCAÇÃO de trabalhar com os que o (a) elegeram, não merece meu voto. Já fiz isso uma vez e não tornarei a repetir. Mas democracia é isso, VIVA O DIREITO VOTO.



SOMOS TODOS ANJOS DE UMA ASA SÓ, POR ISSO PRECISAMOS UNS DOS OUTROS.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Definindo o voto para reitor 2008

Paz e bem!

Tenho o privilegio de ter participado
de todas as eleições diretas para reitor da UFRGS;
seja como aluno, seja agora como funcionário.
O nível de envolvimento nas eleições variou:
- Participei da campanha vitoriosa do Prof. Alceu Ferrari
e me indignei com a posse de Gerhad Jacob,
o "Reitor-Sem-Palavra".
- Como representante-discente junto ao antigo COCEP
me envolvi no processo que levou à eleição do Prof. Hélgio Trindade,
em quem votei.
- Votei na Profª Wrana Panizzi por duas vezes,
fiz campanha para o Prof. José Carlos Hennemann.

Pois agora em 2008 me ví em grande dúvida
sobre qual das alternativas votar e apoiar,
há duas chapas que considero excelentes:
- A Chapa 1 encabeçada pela Profª Wrana.
- E a Chapa 2 liderada pelo Prof. Carlos Alexandre Netto.
Comparei programas, fiz várias análises racionais,
pesei prós e contras de cada uma destas chapas
e não consegui sair do meu impasse.


Por fim decidi pelo coração, pela intuição,
por isto declaro meu apoio à
Chapa 1: Wrana e Dimitrios

Site da Chapa 1: http://www.wrana-dimitrios.net/

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Oposição pressiona e governo retia a MP 430/08

PLENÁRIO / Votações
20/05/2008 - 21h34
Pressionado, governo retira MP e possibilita acordo para votações no Senado
[Foto: Plenário]

Pressionado pelos partidos de oposição e pelo presidente do Senado, Garibaldi Alves, o governo voltou atrás na noite desta terça-feira (20) e decidiu retirar do Congresso a Medida Provisória (MP) n° 430/08, que abre crédito extraordinário de R$ 7,56 bilhões para bancar aumentos de 800 mil servidores públicos, inclusive militares.

A decisão foi anunciada pelo líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), depois de veementes discursos de senadores do PSDB e do Democratas exigindo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não mais use medidas provisórias para abertura de crédito extraordinário, como decidiu em liminar, na semana passada, o Supremo Tribunal Federal.

O presidente do Democratas, José Agripino (RN), pediu que o presidente do Senado devolvesse a MP 430/08 ao Palácio do Planalto, pois o Executivo estava, na sua opinião, desrespeitando uma decisão do Judiciário. O líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), reafirmou a disposição de seu partido de obstruir as votações de medidas provisórias, pois entende que o Executivo estava afetando a harmonia entre os Poderes da República.

Garibaldi Alves anunciou ao final da discussão que determinou estudos das consultorias do Senado e chegou à conclusão de que o presidente do Senado, que também preside a Mesa do Congresso Nacional, não tem poderes para devolver ao presidente da República uma medida provisória que considere inconstitucional. Ele também não tem poderes para transformar uma medida provisória em projeto de lei, disse. Garibaldi informou ainda que havia solicitado ao líder Romero Jucá que falasse também em seu nome com o governo para que a MP 430/08 fosse retirada do Congresso.

Pelo acordo, o governo vairetirar a MP 430 e transformá-la em projeto de lei, que será enviado ao Congresso em regime de urgência, ou seja, os deputados e senadores têm que votá-lo em 90 dias. A idéia do governo é aprovar o projeto até 30 de maio para que o reajuste já seja computado nos salários de junho. Para facilitar o acordo, o líder do Democratas, senador José Agripino (RN), negociou com a liderança de seu partido na Câmara para que o projeto tenha total prioridade naquela Casa, sendo remetido imediatamente ao exame do Senado.

Em troca, o PSDB e o Democratas aceitaram votar na noite desta terça-feira (20) duas medidas provisórias, das 13 que estavam trancando a pauta de votações do Plenário do Senado. Outras MPs serão votadas na semana que vem.

Para o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), "hoje é um dia de vitória para o Congresso". Se os senadores votassem novas medidas provisórias abrindo crédito extraordinário, mesmo depois da decisão do STF,o Congresso estaria concordando com o Executivo em desrespeitar o Judiciário em sua decisão e o próprio Legislativo, pois foi um partido político (PSDB) que questionou o uso de MPs em créditos extraordinários.

- Concordando em votar medidas provisórias sobre créditos extraordinários, mesmo depois do Supremo, estaríamos fechando moralmente o Legislativo - disse Arthur Virgílio, acrescentando que a decisão do Executivo era "corajosa", pois fazia opção por respeitar a liminar do Supremo Tribunal Federal.

Antes da decisão do governo, senadores oposicionistas se revezaram na tribuna com críticas ao governo pelo uso excessivo de medidas provisórias e por ter editado a MP 430/08 com o crédito extraordinário para o aumento do funcionalismo. O líder do governo, Romero Jucá, afirmou em duas ocasiões que o presidente Lula não estava desrespeitando o Legislativo e que a MP havia sido assinada no mesmo dia da decisão do STF, e não depois, como afirmavam os oposicionistas. A líder do PT, senadora Ideli Salvatti (SC), reclamou que o PSDB e o Democratas cumprissem acordo feito na semana passada que viabilizaria a votação de medidas provisórias.

Mesmo governistas, como Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), admitiram que "há um certo cansaço com as medidas provisórias" e concordaram que o Congresso vote com rapidez proposta de emenda à Constituição que modifica sua tramitação no Congresso, evitando que elas tranquem a pauta dos Plenários do Senado e da Câmara . O projeto ainda se encontra sob exame dos deputados.

O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) considerou que o governo, ao adotar MPs para abertura de créditos para ministérios, estava na verdade refazendo o orçamento da União, votado pelo Congresso.

- Agora, temos no país um orçamento paralelo - acusou.

O senador Mário Couto (PSDB-PA) sustentou que o Executivo tentava "desmoralizar" o Parlamento, enquanto Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) denunciou que o governo utiliza medidas provisórias para adotar "medidas boazinhas", o que deixa o Congresso "em situação delicada" perante a opinião pública. Lembrou que a MP 430/08 concede aumentos de salários para mais de 800 servidores públicos.

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) insistiu que o governo, ao "abusar das medidas provisórias", impede o Congresso de votar seus próprios projetos, pois as MPs passam a trancar as pautas de votações 45 dias depois de assinadas. Já o senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) sustentou que "cabe apenas ao Congresso votar ou modificar" as leis no país.

Renato Casagrande(PSB-ES) instou os deputados e senadores a votarem com rapidez as mudanças sobre tramitação das MPs, enquanto Expedito Júnior (PR-RO) insistiu para que o presidente Garibaldi Alves devolvesse as medidas provisórias sobre créditos. Alvaro Dias (PSDB-PR) opinou que o Executivo estava afrontando o Congresso e Mão Santa (PMDB-PI) manifestou que, na democracia, "nenhum governo pode ficar acima das leis e das decisões da Justiça". Flexa Ribeiro (PSDB-PA) afirmou que o governo tem agido de forma autoritária frente ao Congresso.

Eli Teixeira / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Extraído de
http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=75071&codAplicativo=2 acesso em 21 maio 2008.